Fundamentais para manter a ordem e a segurança de estabelecimentos comerciais e diversos tipos de empreendimentos, os vigilantes são profissionais que devem sempre estar em dia com as atualidades do mercado. Conheça mais sobre a profissão, além de dicas do cursos especializados.
Para trabalhar no segmento de segurança é preciso investir em formação e reciclagem
Segurança é uma das maiores preocupações, tanto para cidadãos comuns como para empresários. Hospitais, escolas, empresas, condomínios, bancos e uma infinidade de segmentos demandam a presença de vigilantes e seguranças, em muitos casos, armados. Para que a segurança não vire caso de insegurança, esses profissionais devem ser formados por escolas específicas e passar por processos de reciclagem. De acordo com dados do Sindicato dos Empregados em Empresas de Vigilância, Segurança e Similares no Estado do São Paulo, o Brasil tem cerca de 330 mil vigilantes em situação regular em atuação e mais 600 mil em situação irregular. Um número que assusta e promove uma reflexão sobre a importância da profissionalização da categoria. Vale lembrar que desde 1983, para trabalhar como vigilante, no Brasil, é preciso ter curso de formação especifica. Sem ele, além de exercer a profissão ilegalmente, aqueles que portarem armas de fogo podem ser presos por porte ilegal e sofrer um processo criminal na Polícia Federal, conforme a lei 7102, de 20 de junho de 1983.
Formação Profissional
Para a coordenadora de Treinamento da Provig Formação de Profissionais de Segurança, Fábia Juliana Mendes Silva, a crise econômica mundial não afetou a procura pelos cursos, pelo contrário. “Muitos trabalhadores da indústria que perderam o emprego optam por fazer este tipo de treinamento porque é um mercado aquecido. Geralmente a idade de nossos alunos é de 21 a 35 anos”.
Os interessados em investir na profissão devem ter mais de 21 anos, ter cursado, no mínimo até o quinto ano do ensino fundamental, não responder por qualquer tipo de processo criminal e estar em dia com as obrigações eleitorais e militares. O candidato ainda deve fazer os exames, médico e psicotécnico. Uma vez admitido, o aluno terá aulas de defesa pessoal, artes marciais, entre outras, mas para a coordenadora da Provig o condicionamento físico é apenas um dos fatores que fazem parte do processo de formação de um vigilante. “Há também aulas de Direito Penal e Trabalhista para o aluno se inteirar”, completa Mendes Silva.
Reciclagem
Diferentemente de outros cursos de formação profissional, o de vigilante tem validade de dois anos e após esse período o profissional deve se reciclar. “Como toda profissão é preciso se aperfeiçoar sempre, a diferença é que se o vigilante for pego exercendo a profissão com o curso vencido ele é afastado até regularizar a situação”, alerta o diretor da Scorpion, Centro de Formação de Vigilantes, Frederico Junqueira de Almeida. Ele completa dizendo que quanto mais instruído for o profissional, maiores serão suas chances no mercado de trabalho. Para Fábia Mendes Silva, o profissional também deve conhecer as tecnologias existentes e empregadas no segmento de segurança privada. “É preciso que ele tenha noções de informática. Hoje em dia, muitas empresas trabalham com câmeras controladas por computadores, por exemplo”, diz.
Curso aborda desde técnicas de defesa pessoal até direito Penal
Há cinco anos atuando como vigilante, Alessandro João de Souza, investiu no treinamento. “Hoje não me vejo em outra profissão e quero ainda aperfeiçoar o meu conhecimento fazendo o curso de Escolta Vip e Bombeiro Civil”. Ele destaca que uma das características desse profissional é a serenidade. “Tem que ser calmo. Já enfrentei situações complicadas, envolvendo brigas. Eu diria que às vezes é até constrangedor, e tento me envolver o mínimo possível”, comenta.
Não existe trabalho de free lancer para vigias, todo profissional desta área tem que ser registrado na empresa, na maioria das vezes são de segurança, mas de acordo com Fábia Mendes Silva, a Polícia Federal está cadastrando shoppings, escolas e universidades para terem o seu próprio quadro de vigilantes. Dessa forma, a Polícia Federal poderá fiscalizar e controlar a atividade desses profissionais. O piso salarial da categoria é de de R$ 938.
Tanto na Provig como na Scorpion, o curso custa R$ 590 à vista ou R$ 620 parcelados. Ambas escolas têm 160 horas de carga horária.
Para saber mais:
Scorpion. Tel - 11 3553-4111
Provig. Tel - 11 3618-4900
Tags: Curso Profissionalizante, Empregos de Primeira, primeiramão, Vigilantes

sou vigilante formado tenho 37 anos cademia Em forvigil mas nao consigo arrumar emprego estou aguardando obrigado tel 21535374. como faso para mandar curriculo.
Com relação a prifissão de VIGIA em empregos públicos, como fica esta questão salarial?
As prefituras estão ofercendo cargos de vigia com salários de 465,00.Lembramos que os riscos de vida são os mesmos,já que estamos em contatos:tanto com publicos, como defesa de patrimônio.
Não seria interssante que a polícia federal exigisse cursos profissionalizantes na área para os vigias em empregos publico e concursados, para se ter direito ao salário padrão?
gostei muito d ter feito minha reciclagem na provig recomendo a todos parabèns a toda equipe
Boa Noite ,concluir o curso de vigilante no ano de 2008,ate o momento naõ estou atuando na area ,gostaria de ter uma oportunidade de demonstrar ou melhor dizendo colocar em pratica o que aprendi ,porque fiquei muito tempo fora do mercado de trabalho e por esta razao que peço uma oportunidade. Atenciosamente JOSEFA CAETANO DE SOUZA
Davi Airton Maciel Feranades
Brasileiro, casado, 39 anos
Rua: Esmeralda, número 109
Bairro-Pasqualini – Sapucaia do Sul – Rs
Telefone: (51) 85353937 / 96326633
OBJETIVO
CARGO DE VIGILANTE
FORMAÇÃO
• Ensino fundamental completo
• Reciclagem de vigilantes 28/10/2008– 28/10/2010
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
• Vigilancia fiel ltda 01/10/2003 – 31/08/2005 – 01/02/2006 – Em atividade